Impacto da separação conjugal nos filhos
- Amanda Giglio

- 24 de jul. de 2019
- 1 min de leitura
Atualizado: 28 de ago. de 2019

A separação conjugal envolve uma mudança brusca na vida familiar, afetando a rotina de todos, inclusive das crianças. Embora as crianças tenham certa dificuldade em verbalizar o que sentem, elas se expressam por meio de sintomas físicos (dores de estômago, dores de cabeça) e psicológicos (agressividade, pesadelos, regressões comportamentais, inibição social, distúrbios de sono e alimentação, dificuldades de aprendizagem, entre outros). Se o ex-casal for disfuncional, apresentar dificuldade de comunicação, falta de maturidade e desrespeito mútuo, o processo de separação se tornará ainda mais complicado para as crianças. Os pais devem tomar cuidado para não misturar suas emoções e mágoas com a relação que ambos mantém com os filhos. Quando um dos pais, ou até os dois exigem que os filhos tomem partido na separação, isso os fere e entristece, podendo trazer sentimentos de culpa. É importante que a criança compreenda que a separação ocorre apenas entre os pais, e que ela continuará tendo o amor e o apoio incondicional de ambos. Para que isso ocorra, os pais devem saber administrar a separação de maneira saudável, sem o envolvimento dos filhos em conflitos do casal.




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